Encerrou o pregão do banco do Brasil nesta Sexta-feira 11/05/2012, após uma disputa acirrada, os lotes 01, 02, 03, 04, 06 e 08, tiveram a finalização continuando tudo na mesma. Continuam prestando serviços para o Banco nestes lotes do Banco do Brasil, as empresas VIC (LOT 01 BH E GRANDE BH), GRUPO PROTEX (LOTE 08 SUL DE MINAS E 06 ZONA DA MATA), CJF (LOTE 04 TRIÂNGULO MINEIRO) e UNISERVIS (LOTE 02 REGIÃO DE DIVINÓPOLIS E 03 REGIÃO DE TRÊS MARIAS). Apesar de terem continuado as mesmas empresas, o sindicato trabalhou para que não permanecessem as mesmas condições passadas, e impugnou o edital da licitação a fim de tirar obrigações pesadas para a classe ONDE TIVEMOS EXITO. A partir de agora não é mais função do vigilante atender a disparos de alarmes, levar para casa ou guardar consigo senha e outros meios de acessar o banco, nem tão pouco abrir e fechar as agências. Conseguimos após o empenho de toda nossa diretoria e apoio jurídico demonstrar que a classe não é obrigada a realizar SERVIÇOS DA POLÍCIA E DOS PRÓPRIOS BANCÁRIOS. Fique atento, e procure o sindicato para reclamar seus direitos caso as empresas forcem a execução destes serviços! FIQUE ATENTO: NENHUMA DAS EMPRESAS PODE USAR VIGILANTES COM COMPENSAÇÃO DE HORA NEGATIVA, OU PAGAR SALÁRIO INFERIOR AO PISO a não ser vigilantes que cubram horário de almoço e sejam contratados das 10 até as 15 horas, OU DEIXAR DE CUMPRIR QUAISQUER REQUISITOS DE CONVENÇÃO COLETIVA. O PRESIDENTE DO SINDICATO DE VIGILANTES DE MINAS GERAIS ESTÁ LANÇANDO UMA CAMPANHA E IREMOS A MÍDIA SOLICITAR O RETORNO DA VIGILANCIA 24 HORAS NAS AGENCIAS BANCÁRIAS, NÃO FIQUE DE FORA, APROVEITE E DENUNCIE OS TRANSTORNOS CAUSADOS PELOS SERVIÇOS QUE DURANTE OS ULTIMOS ANOS ESTES BANCOS TEM NOS FORÇADO A FAZER. NA DÚVIDA PROCURE O SEU SINDICATO |
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A onda de ataques a caixas eletrônicos continua forte na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Na madrugada desta sexta-feira (27) o alvo dos bandidos foi uma agência do Banco Itaú que fica na BR-381, bairro Amazonas, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Militar, os suspeitos usaram bananas de dinamite para explodir os equipamentos e deixaram a agência bancária parcialmente destruída. Três caixas foram danificados, três ficaram intactos e um foi aberto. Neste último teriiam sido encontrados R$ 30.360. Parte do teto da agência tambpém desabou com a força da explosão. Militares do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foram acionados, já que os criminosos abandonaram uma bolsa preta no local. Após investigações foi constatado que não havia nenhuma bomba na mala, apenas a quantia de R$ 6.140 na bolsa. A perícia esteve no local e ainda não há informações sobre a quantia levada pelos assaltantes. De acordo com uma testemunha, sete homens teriam participado da ação e usado dois carros, que estavam parados próximos à agência, na fuga. Também na manhã desta sexta-feira, o caixa eletrônico instalado numa regional da prefeitura de BH no bairro Guarani foi arrombado. Os ladrões teriam usao um maçarico para abrir o equipamento. Na cidade de Cambui, no Sul de Minas, outro caixa eletrônico foi explodido e, na fuga, os assaltantes ainda teriam trocado tiros com a PM, ferindo um dois policiais. A Polícia Civil investiga se o roubo de 50 quilos de dinamite de uma mineradora em Campo Belo, ocorrida no último sábado (21) teria ligação com os ataques desta semana a caixas eletrônicos no Estado. No sábado, homens armados de revólveres e pistolas automáticas renderam um vigia da mineradora Viver Minas Vibrit e levaram duas caixas de bananas de dinamite, cordéis e espoletas para detonação. Segundo o Exército Brasileiro, responsável pelo controle de explosivos no país, em 2010 foram roubados 162 quilos de pólvora negra também pertencentes a mineradoras da cidade, localizada na região Centro-Oeste do Estado..
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2ª Pesquisa da CNTV e Contraf-CUT revela 1.591 ataques a bancos em 2011 |
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Em 2006, o Comando Militar do Leste desencadeou uma grande operação militar no Rio de Janeiro para localizar fuzis roubados de um quartel. O desvio de armas do Estado para o crime organizado é um dos ingredientes do aumento da violência urbana, mas não é o único. Pesquisa do Viva Rio indica que 90% das armas no país (15 milhões) estão em poder da sociedade civil. Desse total, 50% são ilegais. Para ampliar o controle sobre as armas, apresentamos proposta que obriga os fabricantes a colocarem chip de rastreamento nas armas vendidas no Brasil. Depois do Estatuto do Desarmamento, o número de homicídios caiu 11%, a partir de 2004. Mesmo assim, estimativas do Ministério da Saúde indicam que no ano passado 35.233 pessoas foram assassinadas por armas de fogo - mais de 70% dos homicídios cometidos no Brasil. É preciso fazer mais. A Lei de Controle de Armas brasileira previu a criação de um banco de dados nacional para integrar as bases da Polícia Federal, Polícia Civil e Exército. Até hoje o sistema não foi integrado. O Ministério Público Militar investigou mais de 223 casos de roubo de pistolas, fuzis e metralhadoras de 2004 a 2008 em unidades das Forças Armadas. Descobriu que mais de 30 mil itens foram furtados em vários estados brasileiros - a metade no Rio de Janeiro. Outro problema grave diz respeito ao controle das armas das empresas de segurança privada. As 3.181 empresas do setor registradas no Brasil detêm 223 mil armas de fogo. A CPI do Tráfico de Armas da Câmara Federal, que funcionou em 2005 e 2006, revelou que 17% das armas apreendidas com criminosos e analisadas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro tinham sua origem numa empresa de segurança privada. Na Alemanha, o Departamento de Polícia de Hamburgo decidiu usar um sistema de identificação de rádio frequência (RFID). Etiquetas pequenas e chip RFID são incorporados em coletes à prova de balas e armas de fogo usados pelos policiais. Um software é usado para controlar e gerenciar os itens. O sistema identifica automaticamente e registra cada equipamento durante a entrada e saída dos policiais e também rastreia as armas e coletes à prova, enquanto os policiais estão de plantão. O projeto em discussão obriga o uso de "chips" eletrônicos em todas as armas, nacionais ou importadas, no prazo de quatro anos. No chip, que é um circuito eletrônico miniaturizado para armazenamento de dados, deverão conter informações como nome do órgão ou da agência a qual a arma está vinculada, o calibre e a capacidade dos cartuchos, a espécie, a marca, o modelo e o número de série. O texto inclui, ainda, uma multa diária de R$ 200 mil para os fabricantes que, ao final do prazo, não tiver se adaptado à inclusão do chip. Os recursos das multas deverão ser revertidos de forma complementar para instituições públicas que tratam de vítimas alvejadas por armas de fogos. Se aprovada, a nova lei permitirá que, caso uma arma seja roubada, a polícia terá mais facilidade para rastreá-la de acordo com as informações passadas. O objetivo é que as autoridades tenham um maior controle sobre a movimentação das armas e seja mais um instrumento para reduzir a violência no país. Com uma maior restrição no acesso a armas, tragédias como o massacre de crianças numa escola em Realengo, no Rio de Janeiro, poderiam ser evitadas. Cândido Vaccarezza é Deputado federal pelo PT-SP
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Com o aumento da criminalidade, muitas pessoas principalmente celebridades, executivos, empresários, etc, procuram se proteger com os meios que a segurança privada oferece, além de um carro blindado, residir em um condomínio fechado, alguns contratam e implantam um esquema de segurança pessoal "VIP". Segundo especialista em segurança pessoal Leo Botelho "hoje não é mais um luxo de pessoas ou empresas com elevado poder econômico, mas uma necessidade de todos os cidadãos comuns que vivem nesse país. Para começar, busquemos o sentido da palavra "segurança". Estamos falando de um conjunto de ações e sistemas (eletrônicos ou humanos) que integrados ao ambiente, ao operador e ao usuário, diminuem ou dificultam uma ação criminosa. Não se trata de uma arte simples. Temos que entender que não existe 100% de segurança. Se algum profissional disser que você está integralmente seguro, certamente ele estará mentindo. "Essa é, aliás, uma ótima maneira de descobrir se alguém é realmente um profissional de segurança" conclui em seu artigo no Jornal da Segurança. Como tudo evolui aquele profissional mal encarado, truculento e de pouca instrução tem ficado para trás. O verdadeiro homem de segurança tem que ser totalmente oposto aos itens citados. Qualificação é imprescindível ao agente de segurança pessoal, pois uma pessoa desqualificada em um meio que não é o seu, pode cometer erros graves podendo levar a acontecimentos catastróficos. Então, o modo mais fácil para se adquirir os conhecimentos necessários, dentre outros, é fazer cursos de qualificação e reciclagem periodicamente, sempre mantendo o padrão dentro das técnicas atuais. Conhecida como segurança pessoal ou por muitos como segurança vip, é o ato de se proteger um dignitário, ou Vip (very important person ou pessoa muito importante), seja em casa, no trabalho, lazer ou qualquer local que se faça necessário, visando em primeiro lugar a integridade física do vip, até com o sacrifício da própria vida , pois o agente de segurança é pago para proteger o dignitário a qualquer custo. Realizar a proteção do VIP é fundamental, pois nessa profissão um simples erro pode custar todo o esquema de segurança e o pior, custar a vida do protegido. A seg. pessoal tem por objetivo proteger o executivo/dignitário contra riscos intencionais e não intencionais que possam afetar sua vida, integridade física, imagem e seu conforto nas situações de embarque, desembarque, deslocamento, no trabalho, lazer, em eventos e em sua residência, visando proteger o executivo. Para aqueles que nunca utilizaram uma escolta, e pretendem contratar, fica a pergunta, como deve ser a segurança pessoal ? A prevenção sempre deve prevalecer, pois é a modalidade mais importante e eficaz no combate ao crime; deve ser executada com precisão e seriedade para diminuir ou colocar fora de risco a integridade física da autoridade. 24h por dia deve haver prevenção, em momento algum pode existir negligenciamento na segurança. Em situações que você achar que não há perigo de ser atacado, redobre as prevenções, assim não será surpreendido. Resumindo a missão da seg. Pessoal é executar medidas capazes de prevenir assaltos, atentados, emboscadas e seqüestros, zelar pela integridade física, proporcionar a tranqüilidade necessária e manter a ordem nos locais imediatos onde estejam os executivos e dignitários. Destacamos que um dos problemas aqui no Brasil é referente a subestimar os criminosos, muitos executivos não possui nenhum tipo de segurança, muito menos procedimentos de segurança preventiva. Existe um "bloqueio psicológico no qual acham que nunca vai acontecer nada. Muitos só mudam o pensamento após algum fato como roubo/seqüestro acontece com algum familiar o mesmo. Os executivos que são os integrantes da alta administração das empresas em geral ( presidentes,superintendentes, diretores e gerentes ) e os dignitários que são aqueles que exercem cargos elevados e que ocupam cargos eletivos na área pública ( presidente da republica, governadores, senadores, deputados, etc) , ambos possuem no seu cotidiano a necessidade de tomarem providências reais e possíveis para a sua própria segurança e de seus familiares. As atividades relacionadas com o trabalho destas pessoas por si só, já são estressantes, por isso, urge a necessidade de implantar a segurança pessoal que irá dar tranqüilidade, calma, sossego e paz. A missão segurança pessoal é proporcionar tudo isso. No livro " Segurança pessoal de executivos e dignitários do Coronel da reserva da PM/RS Luis Iponema ele define da seguinte maneira " Segurança pessoal são todas as medidas preventivas tomadas visando dar tranqüilidade a autoridade do executivo e do dignitário, em qualquer situação que estejam". Conclui o coronel. Lembre-se. A prevenção é o maior obstáculo para as ações criminosas . Siderley Andrade de Lima, consultor de segurança patrimonial.
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Números preocupantes sobre a contratação de trabalhadores terceirizados no Brasil foram discutidos, na manhã desta quarta-feira (04), pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. O próprio presidente do colegiado, Paulo Paim (PT-RS), considerou inacreditável que quatro, em cada cinco mortes por acidente de trabalho no Brasil, ocorram com empregados de empresas prestadoras de serviço. A informação foi dada pelo presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Sebastião Vieira Caixeta. O procurador também disse que, em cada 10 acidentes de trabalho, 8 ocorrem em empresas que utilizam mão de obra terceirizada. Entre os números examinados pela comissão, surpreenderam também aqueles apresentados por Miguel Pereira (representante da CUT). Ele disse que o terceirizado ganha, em média, 27% do que recebe o trabalhador contratado diretamente pela instituição. E mais: 50% do setor não contribui para a previdência. O procurador Sebastião Caixeta observou que o sistema de terceirização no Brasil é conhecido por tornar precário o vínculo empregatício, além de inferiorizar, do ponto de vista social, o empregado – sem falar da imposição de jornadas de trabalho exaustivas. Já a consultora jurídica da Federação Nacional das Empresas de Limpeza Ambiental, Celita Oliveira Sousa, disse que o mais preocupante no momento é a "irresponsabilidade de administradores públicos", como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, que terceirizam o trabalho e não fazem o pagamento em dia para as empresas. A maioria dos debatedores argumentou que a terceirização deve ser regida por legislação mais eficiente, com segurança jurídica para o trabalhador e para a empresa, e com integral respeito ao que dispõe a Constituição Federal na garantia dos direitos fundamentais da pessoa humana. Nessa linha, Miguel Pereira afirmou que é preciso priorizar a vida; respeitar as diferenças de identidade e igualdade dos trabalhadores; garantir o direito à sindicalização; fiscalizar o cumprimento da responsabilidade solidária das empresas em relação aos direitos trabalhistas; e penalizar as empresas infratoras. Falando das normas vigentes nessa área, o presidente da Federação Interestadual de Vigilantes (FITV), Vicente Lourenço de Oliveira, afirmou que a legislação atual tem favorecido o "calote oficial" das empresas de terceirização sobre o trabalhador. Em sua opinião, além de aperfeiçoar a legislação, é preciso conscientizar os setores empresariais para melhorar as condições de trabalho do empregado terceirizado. Também presente ao debate, o deputado Laércio Oliveira (PR-SE), ex-presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços e Limpeza Ambiental, defendeu a terceirização plena, alegando que esse é um setor que vem trabalhando de forma cada vez mais idônea e competente. Laércio Oliveira disse que o fundamental agora é discutir a segurança jurídica desse setor para que ele continue avançando.
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Considerado uma das últimas lendas do chamado novo cangaço, o paraibano Rubens Ramalho de Araújo, de 48 anos, o Rubão, foi preso na última quarta-feira (28), após dois anos de investigações da Divisão Especializada de Operações Especiais (Deoesp) da Polícia Civil de Minas. Apontado como líder de uma quadrilha de roubo a bancos, o criminoso era procurado em, pelo menos, dez Estados. Só em Minas, havia três mandados de prisão contra ele. A longa ficha criminal do novo "Lampião" inclui a participação no assalto ao Banco Central de Fortaleza, no Ceará, em 2005, quando foram roubados quase R$ 160 milhões. Conforme consta nas investigações, nas últimas duas semanas, os policiais descobriram que Rubão estava na casa de um primo, na periferia de Palmas, em Tocantins, onde planejava uma ação criminosa. De posse da informação, uma equipe de investigadores seguiu para a cidade na segunda-feira (26). Armados com fuzis e pistolas .40, os policiais se prepararam para o pior, tendo em vista o fato de o suspeito já ter fugido cinco vezes e ter sido resgatado outras duas de presídios. "Foi uma operação cirúrgica. Ele saía da residência em um Honda Civic quando foi abordado, sem chance de reação. Ainda percebemos o momento em que a sua mulher tentou acionar os comparsas dele. No entanto, imaginando que se tratava de policiais maranhenses, eles não conseguiram nos localizar", contou um dos investigadores da 1ª Delegacia Especializada de Repressão a Organizações Criminosas (Deroc), responsável pela ação. Após a prisão, os policiais seguiram de carro em direção a Goiás. Foram seis horas de viagem até o aeroporto de Goiânia, onde eles embarcaram rumo à capital mineira. Rubão foi apresentado à imprensa, em Belo Horizonte. Descontraído, ele disse que é um "pobre coitado" e que não sabia que era procurado. "Isso é fantasia de televisão", afirmou. Entre os crimes pelos quais ele deve responder estão roubo à mão armada e formação de quadrilha, mas Rubão também pode estar envolvido em assassinatos. Ele foi levado para a penitenciária Nelson Hungria, em Contagem. Cangaço Assaltos e mortes em MG
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Um vigilante foi feito refém e levou um tiro na mão durante assalta a uma empresa na cidade de Botucatu, no início da madrugada desta segunda-feira (2). De acordo com informações da Polícia Militar, o vigia de uma garagem de ônibus foi surpreendido por dois homens armados, um deles com arma de fogo e outro com uma chave de roda, ambos encapuzados. Após render o vigia, os homens arrombaram o cofre da empresa, de onde retiraram cerca de R$ 1 mil. Percebendo a distração de um dos assaltantes, o vigia tentou pegar a arma e acabou levando um tiro na mão. Ele saiu correndo em busca de socorro e foi encaminhado o hospital da Unesp, onde segue em estado de observação. O local do crime, que fica na avenida deputado Dante Delmanto, foi preservado para realização perícia.
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A Prefeitura Municipal de Cuiabá entregou nesta quinta-feira (29-03) o prêmio 'Servidor Eficiente' edição 2011, para os 19 funcionários que tiveram trabalho reconhecido em suas diferentes áreas de atuação no serviço público. O prêmio 'Servidor Eficiente' tem exatamente o objetivo de reconhecer o mérito profissional dos trabalhadores que se destacam, apresentando as melhores práticas de desempenho e que servem de exemplo. Entre os 19 escolhidos está o vigilante da Escola Municipal de Ensino Básico Tereza Lobo, Agapito Magalhães da Silva, que foi recebido na manhã desta quinta-feira pelo secretário municipal de Educação Perminio Pinto Filho, diretores e funcionários da SME. Antes de receber seu prêmio, uma viagem com acompanhante e despesas pagas para o litoral, o vigilante Agapito contou um pouco de sua trajetória na Escola Tereza Lobo, no bairro Dom Aquino. Sempre demonstrando orgulho e satisfação pelo trabalho que desenvolve, Agapito contou que começou a trabalhar na unidade de ensino em 1973, onde permanece há exatos 39 de seus 67 anos, conhecendo cada pedacinho do prédio que enfrentou uma das maiores enchentes já registadas em Cuiabá, ocorrida em 1974, que praticamente acabou com o antigo Bairro Terceiro, hoje Dom Aquino. E foi exatamente nesse período que Agapito viveu uma das mais curiosas situações no local de trabalho. No período da enchente, muitas escolas serviram de local para acomodar os desabrigados pelas cheias. Um certo dia, chegou na escola um senhor que queria conhecer as instalações. De prontidão o vigilante Agapito cuidou de "barrar a entrada" do senhor. "Aqui ninguém entra sem autorização", tratou de avisar. O visitante não retrucou e, educadamente e calmamente, informou que ele era José Villanova Torres, prefeito de Cuiabá. Agapito, assustado, logo pensou: "Estou demitido". Pelo contrário, poucos dias depois recebeu o reconhecimento do prefeito por cumprir com rigor e competência as suas funções. São fatos como esse que levaram Agapito a ser escolhido o 'Servidor Eficiente' da Secretaria Municipal de Educação. Nos 39 anos de trabalho prestado o vigilante nunca teve uma falta sem justificativa e, durante esse longo período, acabou se transformando em um verdadeiro "faz tudo" na escola. Narra que tem a escola como sua segunda casa. Por isso, cuida de tudo. Do telhado, dos banheiros, da limpeza. Um pouco de cada coisa: "não me sinto apenas um vigilante, gosto de cuidar da coisa pública e cobro as pessoas para que façam o mesmo", diz orgulhoso. O secretário Perminio Pinto Filho parabenizou o servidor e disse esperar que ele sirva de exemplo para os mais jovens, que estão começando a trajetória no serviço público e que possam ter o mesmo amor e dedicação demonstrada pelo vigilante Agapito. O 'Servidor Eficiente' da SME deu outra demonstração de preocupação com a Escola Tereza Lobo, indagando sobre quando a escola passaria por uma reforma. "Nunca vi um serviço ser feito por lá. Só promessa", disse. O secretário Perminio informou então que o prefeito Francisco Galindo está destinando R$ 10 milhões para reforma de 76 escolas municipais e que a Tereza Lobo está entre as unidades que passarão pelos serviços. O vigilante emendou: "Agora eu acho que sai". Agapito Magalhães da Silva esteve acompanhado da diretora da Escola Tereza Lobo, Ana Francisca Peres que trabalha na unidade de ensino há 14 anos e faz questão de reconhecer que Agapito é um exemplo de dedicação, um homem que deve sempre ser respeitado, não apenas como funcionário exemplar, mas como cidadão do bem. O vigilante Agapito como os demais 18 servidores representantes de cada uma das secretarias municipais ganhou uma viagem de quatro dias para as cidades de Natal (RN) ou Maceio (AL), com tudo pago (passagem, hotel e pensão completa café da manhã, almoço e jantar), com direito a acompanhante. |
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A liberação da venda de bebidas alcoólicas nos estádios durante as partidas, um dos pontos mais polêmicos dos debates sobre a lei, terá de ser negociada pela Fifa com cada estado-sede. O Plenário aprovou nesta quarta-feira a Lei Geral da Copa (PL 2330/11),que disciplina os direitos comerciais da Federação Internacional de Futebol(Fifa) na realização da Copa do Mundo de 2014 e estabelece privilégios temporários para a entidade e seus associados durante o evento esportivo.As regras do projeto valem também para a Copa das Confederações,que o Brasil sediará em 2013. O texto aprovado é o parecer do deputado Vicente Candido (PT-SP), elaborado com base na proposta encaminhada pelo Poder Executivo. Um dos pontos mais polêmicos, a liberação da venda de bebidas alcoólicas nos estádios durante as partidas terá de ser negociada pela Fifa com cada estado. A regra geral que permitia a venda de bebidas foi retirada do texto pelo relator, mas o Plenário manteve artigo que suspende normas do Estatuto do Torcedor (Lei 10.671/03) sobre o tema. Como o estatuto é genérico sobre a venda de bebidas, cada estado regulamentou o assunto de maneira diferente. Vicente Candido explicou que, nos estados onde as leis estaduais apenas se referem ao artigo suspendido, a bebida alcoólica está liberada durante a Copa. Naqueles em que existir um Termo de Ajuste de Conduta(TAC) com o Ministério Público, que tem força de lei, a liberação terá de ser negociada com o Ministério Público local. "Em alguns casos, a negociação será com o legislativo local e, em outros casos, com o Ministério Público", disse o relator. Em votação nominal, o Plenário rejeitou dois destaques sobre o tema. Um do PSDB e outro do PSC. Ambos pretendiam proibir a venda de bebida alcoólica nos estádios durante os jogos. Outro artigo do estatuto que será suspenso durante a Copa do Mundo proíbe a prática de preços abusivos dos produtos alimentícios vendidos nos estádios. Segurança Se os danos forem causados por terceiros, a União indenizará a Fifa e ficará sub-rogada dos direitos contra quem causou os danos. Fonte: Agência Câmara de Notícias |
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A greve dos vigilantes, que durou dez dias, chegou ao fim ontem, depois de uma reunião, na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), entre o sindicato dos patrões e funcionários. No encontro, que durou cerca de seis horas, ficaram acertados um reajuste de 8% no salário, vale-alimentação de R$ 8,33 e acréscimo de 9% no salário pelo risco de morte. "Não foi o que queríamos no início da greve, mas é um valor justo. Se não tivéssemos paralisado, o valor nunca seria esse", afirmou o presidente do sindicato dos vigilantes, Romualdo Ribeiro. |
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PISO SALARIAL = R$ 1.109,00 |
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Greve em Belo Horizonte Greve em Belo Horizonte Greve em Uberlândia Greve em Uberlândia Greve em Uberlândia |
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Agências ficam fechadas para atendimento externo, por questões de segurança Os vigilantes se concentraram em frente ao BB no Centro de Ipatinga portando faixas e fazendo apitaço IPATINGA - A greve dos vigilantes de Minas Gerais, que começou na última segunda-feira (12), em Belo Horizonte, chegou ao Vale do aço nesta sexta-feira (16). Muita gente que foi às agências bancárias ficou surpresa, já que o atendimento foi feito somente pelos caixas eletrônicos. Segundo o diretor do Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais - Subsede do Vale do Aço, Samuel Carlos Loures, foram afetadas as agências dos bancos do Brasil, Itaú, Santander e Bradesco do Horto, Canaã e Centro de Ipatinga e de Coronel Fabriciano. Os bancos tiveram que fechar as portas para o público externo, embora os funcionários estivessem trabalhando, já que a segurança estava comprometida sem os vigilantes para ficar de prontidão. A categoria reivindica reajuste salarial de 16,8%, ticket-alimentação de R$ 18 e acréscimo salarial de 30% por causa de risco de morte. A proposta recebida pelo sindicato e rejeitada pelos trabalhadores foi de 6,08% de aumento salarial, vale-refeição de R$ 6,50 e 3 % de acréscimo por risco de vida. Caso a proposta não seja melhorada os vigilantes ameaçam continuar a greve por tempo indeterminado. A campanha salarial vem se arrastando desde outubro do ano passado. Fonte: Jornal Vale do Aço |
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A greve dos vigilantes, iniciada na segunda-feira, chegou ontem aos bancos. Pelo menos 20 agências no centro da capital, segundo o Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância do Estado de Minas (Sindesp-MG) e confirmados pelo Sindicato dos Vigilantes de Minas, tiveram que suspender o atendimento. A decisão é continuar de braços cruzados por tempo indeterminado. Ontem à tarde, houve protesto de cem deles no centro da capital. Segundo os vigilantes, nenhuma solicitação dos grevistas foi atendida. "O que queremos é que nossos direitos sejam respeitados", afirmou o presidente da entidade, Romualdo Ribeiro. Eles reivindicam aumento salarial de 10%, além de reajuste de 30% no adicional de risco de vida e R$ 10 em vale-alimentação. O salário da categoria, hoje, é R$ 1.026,85. A categoria reivindica R$ 1.259. Os patrões oferecem 3% de aumento. A expectativa dos trabalhadores é que mais vigilantes possam aderir ao movimento. "Na segunda, éramos 500, hoje, já somos 700", disse Ribeiro. Em Minas, são mais de 28 mil vigilantes. (Jhonny Cazetta) Fonte: Jornal O Tempo |
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Com a evolução da criminalidade e com a falta de estrutura ou Gestão do Estado para combater a violência e o crime organizado, as organizações estão mais expostas e podem ser atingidas por algum tipo de intervenção negativa, fruto dos roubos, sabotagens entre outras. Teanes Carlos Santos Silva A sensação de insegurança pode ser um dos fatores de instabilidade financeira e, conforme os tipos de perdas, desencadeiam processos que podem paralisar a empresa, afetando a sua condição financeira e/ou continuidade. Para (Portella, 2005, p.11) a palavra segurança deriva dos advérbios latinos secure e securus, originalmente significando sem preocupação, em segurança ou isento de perigo. Modernamente significa um estado de ausência de perigo, como uma atividade para afastamento de riscos/perigos e até para denominar os próprios instrumentos de proteção, conforme relata Dessa forma é interessante entendermos as competências da segurança Pública e Privada, que em algum momento se complementam. A Constituição Federal (CF) caput do art.144, define a segurança pública como "dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio (...)". De acordo com Plácido e Silva (apud Portella, 2005, p.11) Segurança Pública significa o "Estado proporcionado pelo afastamento, por meio de organizações próprias, de todo o perigo ou todo o mal que possa afetar a ordem pública, em prejuízo da vida, da liberdade e dos direitos de propriedade do cidadão". O autor Diogo de Figueiredo (apud Portella, 2005, p.38) descreve Ordem Pública como sendo o objetivo da segurança pública, que é a "situação de convivência pacífica e harmoniosa da população, fundada nos princípios éticos vigentes na sociedade". Para atender a CF é necessário que a Segurança Pública utilize os seguintes órgãos: ü Polícia Federal; instituída por lei como órgão permanente, organizado pela União e estruturado em carreira; destina-se a apurar infrações penais contra a ordem política e social ou de bens, serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas, assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional; prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descaminho. ü Polícia Rodoviária Federal: destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais. ü Polícia Ferroviária Federal; destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais. ü Polícias Civis; dirigidas por delegados de polícia de carreira, que incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares, além das funções de policiamento preventivo especializado. ü Polícias Militares; compete a realização do policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública. ü Corpos de bombeiros militares; além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil. ü Os municípios vêm desenvolvendo ao longo dos tempos seu corpo de guarda, conhecido como Guarda Municipal, cuja finalidade principal é a proteções dos bens próprios do município. Através da descrição de competências dos órgãos de segurança pública, evidencia-se que não é possível, para eles, promoverem a proteção interna nas empresas, razão pela qual se fundamenta a necessidade e a existência da segurança privada. Na visão de Portella (2005) o conceito de segurança privada é o "Conjunto de estruturas (atividades) e de funções que deverão produzir atos e processos capazes de afastar ou eliminar riscos que possam afetar a vida, a incolumidade e a propriedade das pessoas, mediante o emprego de organizações privadas, autorizadas pelo poder público" Este autor também estabelece dois conceitos sobre segurança física onde o primeiro é: "um estado proporcionado pelas garantias possíveis contra riscos prováveis a que esteja sujeito um determinado objeto de proteção" e segundo, o "Conjunto de estruturas (atividades) com capacidade para oferecer as garantias possíveis contra riscos prováveis, a que um objeto de proteção está sujeito". O conceito de segurança patrimonial para Andrade (2003, p.16) é estabelecido da seguinte maneira: "proteger as instalações, os recursos e os conhecimentos, principalmente científico-tecnológicos, de propriedade de um empreendimento ou de pessoas. Também diz respeito a residências". Segurança patrimonial para Filho (2004, p.129) "é o emprego de um conjunto de medidas técnicas que visam a salvaguardar o patrimônio da instituição" (...), quer seja pública ou privada. Um dos principais objetivos da empresa é obter mentalidade de segurança. Para outro autor, todos devem participar do problema, caso contrário, os meios mecânicos de nada valerão. Isto é obtido por meio de um programa de instrução sobre segurança, que deve conter a doutrina de segurança, campanha educativa, treinamento intensivo e simulado (FILHO, 2004, p.129). O controle das atividades de segurança privada no Brasil é realizado pelo Departamento de Polícia Federal – (DPF), através de sua especializada, denominada Delegacia de Controle de Segurança Privada - DELESP. A lei 7.102, de 20 de junho de 1983, posteriormente atualizada pelas Leis nº. 8.863, de 28 de março de 1994 e nº. 9017, de 30 de março de 1995. A lei em questão foi regulamentada pelo Decreto nº89. 056, de 24 de novembro de 1983, que foi alterada pelo Decreto nº. 1592 de 10 de agosto de1995. Com isso, permitiu ao DPF estabelecer procedimentos uniformes direcionados ao controle das empresas prestadoras de serviços de segurança privada, às empresas que executam serviços de segurança orgânica e aos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros, através da Portaria nº. 992, de 25 de outubro de 1995, alterada pela Portaria 387/2006 com as seguintes alterações posteriores: Errata publicada no D.O.U. Nº 190, seção 1, PG. 27, de 03 de outubro de 2006Alterada pela Portaria n. 515, de 28 de novembro de 2007, publicada no D.O.U. n. 230, seção I, p. 63, de 30 de novembro de2007Alterada pela Portaria n.358, de 19 de junho de 2009, publicada no D.O.U. n. 119, seção 1, p. 67, de 25 de junho de 2009Alterada pela Portaria n. 408, de 15 de junho de 2009, publicada no D.O.U. n.135, seção 1, p. 52, de 17 de julho de 2009, e pelaPortaria n.781, de 18 de janeiro de 2010, publicada no D.O.U. n. 12, de 19 de janeiro de 2010.Alterada pela Portaria n. 1670, de 20 de outubro de 2010, publicada no D.O.U. n. 204, de 25 de outubro de 2010. Portanto, concluí-se que a segurança, seja pública ou privada, auxilia a sociedade, quer seja no aspecto empresarial, pessoal ou social, realizando atividades de prevenção, repressão ou reação. Em ambos os casos houve evolução. Não é aceitável uma segurança que trata apenas com a força; é imprescindível o planejamento e o uso da inteligência como objetivo estratégico. |
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Homem revistado por policiais militares devido a suspeita de que fosse assaltante será indenizado pelo Banco Real, pela empresa Proservi Serviço de Vigilância e pelo segurança que solicitou a abordagem. Confirmando entendimento de 1º Grau, Desembargador da 10ª Câmara Cível do TJRS concluiu que a atitude do guarda foi motivada por racismo, fixando o valor da reparação em R$ 6 mil. O autor da ação é negro e narrou que, no dia 26/10/2005, foi abordado por patrulha do Batalhão de Operações Especiais (BOE) para prevenção a delitos contra bancos enquanto aguardava um amigo defronte à agência do Banco Real, localizada no centro de Santa Maria. Um dia antes, ele esteve na mesma agência a fim de solicitar formulários para a abertura de conta-corrente para seu filho. Alegou que a ação foi motivada por preconceito racial, postulando ação de reparação pelo dano moral sofrido. O Juiz da 2ª Vara Cível de Santa Maria, Régis Adil Bertolini, condenou o vigilante, a Proservi Serviço de Vigilância e o Banco Real ao pagamento de indenização na quantia de R$ 10 mil. Na apelação, o Santander, responsável pelas agências do Banco Real, afirmou inexistir atitude anormal ou preconceituosa. Salientou ainda que qualquer ação irregular do vigilante, funcionário da empresa Proservi, não está relacionada à instrução do banco. Já a Proservi sustentou que o vigilante acionou a Brigada Militar devido a atitudes suspeitas do autor, cumprindo estritamente seu dever profissional, e não por sua aparência, já que o próprio funcionário também é negro. Recurso Ressaltando o fato de a Câmara já ter entendimento sedimentado sobre essa matéria, o Desembargador Paulo Roberto Lessa Franz registrou que analisaria o recurso de forma monocrática, sem levar para sessão julgamento, conforme o artigo 557 do Código de Processo Civil. Citando a sentença do Juiz de 1º Grau, o Desembargador considerou que o autor foi exposto à situação vexatória que excede à normalidade, situação essa motivada pelo preconceito racial. Ressaltou depoimento de testemunha que ouviu o vigilante afirmar ter chamado os policiais por causa da atitude suspeita de um negrão que esteve no local um dia antes. O magistrado ponderou que, o fato de o autor ter adentrado na agência bancária no dia anterior e estar parado do outro lado da rua no dia seguinte não dá margem, por si só, para suspeitas que fundamentem o acionamento da Brigada Militar, o que somente se explica pelo preconceito racial. Considerou que o vigilante cometeu ato ilícito, pois excedeu os limites do direito de guarda do patrimônio, atingindo o direito constitucional do autor de ser de tratado com dignidade e respeito, sem preconceito de raça ou de cor. Aderindo ao entendimento do Juiz Régis Bertolini, o Desembargador Paulo Roberto Lessa Franz redimensionou o valor da indenização para R$ 6 mil a fim de adequar a quantia aos parâmetros da 10º Câmara Cível. A defesa ajuizou Embargos de Declaração, que foram julgados em 7/2 e acolhidos parcialmente, apenas para suprir omissão a respeito da correção monetária e dos juros incidentes sobre o valor da reparação. Apelação Cível nº 70041466665 |
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Vividos os doze meses corridos em 2011, avaliando com visão macro da gestão de riscos, prevenindo perdas e contribuindo com a lucratividade do negócio, foram atingidos os resultados esperados conforme planejado pela segurança privada? Confira os questionamentos do articulista Teanes Carlos Santos Silva. Ano após ano, faz-se o planejamento estratégico para o período seguinte. Sabe-se que um bom planejamento necessita de bons profissionais, multifuncionais e polivalentes oriundos de boas formações universitárias e com experiência prática relevante. Nesse sentido a segurança empresarial evoluiu nos últimos anos, contudo percebe-se uma menor procura pelos cursos tecnológicos em gestão segurança empresarial e afins. Diante disso existem algumas questões para análise: Formaram-se menos turmas e menos tecnólogos ou há também maior evasão nos cursos de segurança privada? A qualidade dos cursos evoluiu ou ainda necessita de aferição? É válido considerar o emprego atual do discente para efeito de estágio, mesmo que as atividades sejam todas operacionais? É de conhecimento que a maiorias dos executores estão longe dos gestores, portanto, como aprenderão a gestão? O mercado propiciou diversas oportunidades para evolução do conhecimento e técnicas de gestão e operação por meio do grande volume de eventos. Se por um lado encontramos alguns com participação a custo zero; encontramos também os que exigiram investimento fora da realidade da maioria dos profissionais. Houve para todos os gostos e bolsos. Independente dos valores identificamos a alta qualificação dos palestrantes e instrutores, com destaque na experiência empresarial. Houve também casos que apresentaram confusão de temas, muita desorganização e que, obviamente, nada agregando ao cotidiano de quem atua na segurança empresarial. O mercado sofre do paradoxo, da demanda por gestores bem formados em gestão de segurança, com ampla experiência, contudo oferece salários de níveis inferiores da hierarquia. Embora exista o CBO, não existe piso salarial para a categoria e a grande maioria sem plano de carreira e salário. Algumas associações dos profissionais de segurança empresarial atestam a capacidade de conhecimento dos profissionais, disponibilizando uma certificação profissional, contudo, o mercado não as solicita nas descrições das vagas e nem paga mais por isso, portanto é um fator desestimulador em busca de mais conhecimento nesta área. Se o mercado não reconhece e valoriza as certificações dos gestores, e se não há salários compatíveis com a responsabilidade e riscos da função e plano de carreira, é de se esperar uma migração desses profissionais para outras áreas, à exemplo dos operacionais como vigilantes, porteiros e similares. As associações têm papel social preponderante na valorização da classe, cabendo ainda, estimular continuamente o profissional, em todo território brasileiro; contudo, observamos que há espaço para maior envolvimento dos seus associados. Algumas ainda devem mapear e melhor identificar quem são, onde estão, o que fazem, quando fazem e em que tipo de negócio estão atuando seus associados, como indústria química, petróleo, automobilística, operadora logística ou indústria alimentícia entre outras. Outras não cumprem o seu objeto de estatuto, bem como não estão unidas e alinhadas em discursos e com ações em prol da evolução e valoração do seguimento da segurança privada. Será a saída, constituirmos sindicato e confederação ou conselho de classe, ou é melhor deixar com o CRA? Todo segmento que se preze precisa de regulação e na segurança privada não é diferente, contudo a legislação federal está fora da realidade, além de não alcançar todas as atividades de negócios. Diante disso, insisto para que além de bom senso, e para não cairmos, por exemplo, no problema da agricultura, que peca com aplicação aplica excessivamente veneno, haja uma padronização mínima nos planos de segurança com base em norma técnica, para, também, não pecarmos pelo excesso nas medidas e recursos de segurança recomendados, portanto deve-se pensar em normalizar o seguimento. Corroborando com esta necessidade, dentro do contexto, existe em andamento o tão discutido Estatuto da segurança privada. Espero que ele seja aprovado com base técnica e não política, bem como que saia da gaveta brevemente, como vem prometendo as autoridades. A tecnologia para a segurança evoluiu em todos os aspectos, especialmente os relacionados a equipamentos. Mas não é difícil observar que o mercado da segurança eletrônica ainda se apresenta sem fiscalização e sem regulamentação oficial. Encontramos também empresas e profissionais que medianamente sabem instalar equipamentos e a infra-estrutura necessária para prover segurança. Necessitam de mais conhecimento para realizarem uma manutenção adequada em sistemas de CFTV, sobretudo nas câmeras. Está na moda temas com foco em grandes eventos, especificamente a copa do mundo e olimpíada, porém quando encerrados, como serão tratadas as questões de segurança privada nos locais onde ocorrerão os campeonatos a nível estadual e brasileiro nas diversas séries alfabéticas? A polícia militar continuará a realizar a segurança das pessoas nos estádios ou teremos um novo modelo? No caso da Copa 2014, por se tratar de evento particular e lucrativo, dentro de um ambiente privado, deve a segurança das pessoas ser realizada por empresa terceira dentro do empreendimento, com a inegável e inconfundível integração com a segurança pública e demais órgãos? É notório que a segurança privada evoluiu, onde antes atuava com a reação e força, hoje atua com inteligência, planejamento e prevenção, mitigando os riscos. Também se percebe que as mesmas mentes pensantes do seguimento se destacam. A prova disso está nos eventos, que como chamada utilizam e apresentam constantemente os mesmos protagonistas, assim, como fica a sucessão, diante da falta criatividade e inovação? Como será, então, para este seguimento que tem necessidade permanente de reter talentos e conhecimento? E ainda questiono: Se houvesse mais valorização, incentivando a busca pela educação continuada e melhoria contínuas, o profissional interessado poderia se expor mais, mostrando suas idéias e transformando-as em ações relevantes para a segurança privada? A mídia seguimentada é a mesma, sem evolução aparente. Cumprem seu objeto de negócio, cobrindo vários eventos em todo Brasil. Muitos livros foram publicados e se espera a publicação de muitos outros, contribuindo para a disseminação do conhecimento aos profissionais da área e os que vierem a fazer parte, bem como aos usuários da segurança. A gestão de riscos também passou por transformações, sendo nesse caso a consolidação do tema com uma NBR, dando um guarda chuva para este tema. Em breve, após passar pela consulta nacional da ABNT, será publicada a NBR ISO 31010, oriundo do Projeto 63:000.01-002 (ISO/IEC 31010) Gestão de riscos – Técnicas para o processo de avaliação de riscos e fará parte da NBR ISO 31000 existente. Também vale a pena refletir: Estávamos preparados para os ataques aos caixas eletrônicos e estamos preparados para a migração destes criminosos? As empresas enxergam a segurança empresarial como diferencial competitivo, no entanto, outra grande parcela de empresas, se quer, conhece a existência do profissional dessa área, razão pela qual, a segurança do trabalho é quem toma conta desse assunto em muitas empresas. Concluindo, vale ressaltar que os temas de segurança privada para reflexão são muitos, e uma revista não teria espaço suficiente, contudo o objetivo deste artigo é fomentar uma discussão inteligente. Cabe a cada gestor a responsabilidade e comprometimento de disseminar tais reflexões. Reflexões estas que tem prioridades diferentes, dependendo do tamanho da organização e tipo de negócio, cujo objetivo é levantar uma bandeira; a bandeira da melhoria contínua, visando, principalmente a recuperação manutenção saudável dos negócios e transmissão de, ao menos, uma sensação de segurança. Teanes Carlos Santos Silva, gestor de Segurança Empresarial. Fonte: Portal Transporta Brasil |
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A Folha de S.Paulo publicou nesta quinta-feira (9) uma reportagem de página inteira, com chamada na capa, sobre a retirada de portas giratórias com detectores de metais em agências do Itaú Unibanco e Bradesco. Para a Contraf-CUT e a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), essa medida absurda, iniciada no ano passado por ocasião das reformas nas unidades do Itaú em cidades sem lei municipal que obrigue a colocação desse equipamento, aumenta a insegurança e coloca ainda mais em risco a vida de trabalhadores e clientes. Na reportagem, a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira Leite, afirma temer uma volta da onda de roubos a bancos. Para o presidente da CNTV, José Boaventura Santos, "é um retrocesso". "Um atentado contra a vida dos funcionários e dos clientes." Mais insegurança Segundo a matéria, "os principais bancos privados do país iniciaram um processo de retirada das portas com detectores de metal das agências espalhadas pelo país". "Feita de forma gradual e sem alarde, a ação é um refluxo da disseminação destes equipamentos deflagrada nas décadas de 1980 e 1990, quando o Brasil via recordes de roubos a bancos. Naquela época, São Paulo registrava mais de 1.200 roubos por ano. Em 2011, foram 251 casos registrados", destaca a reportagem. Na avaliação de Ademir Wiederkehr, secretário de imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, esses números comprovam a eficácia das portas giratórias, pois a queda ocorreu justamente após a sua instalação. "A retirada das portas pode aumentar os assaltos, na medida em que as quadrilhas vivem atacando as agências e postos de atendimento mais vulneráveis e inseguros", alerta. Desculpa insustentável Consta na reportagem que, "segundo fontes ouvidas pela Folha, apesar da queda nas ocorrências, as portas giratórias estão sendo retiradas devido ao grande número de processos judiciais. São ações de danos morais de clientes constrangidos diante de dificuldades de acesso às agências após o travamento das portas". "O Tribunal de Justiça de São Paulo diz não saber quantas ações desse tipo correm nos fóruns. Pesquisa feita pela Folha aponta que mais de 1.000 já foram julgadas no Estado. Parte os bancos vencem, mas são obrigados a manter batalhões de advogados para defendê-los. Os processos pesquisados renderam de R$ 5.000 a R$ 15.000 em indenizações." Ainda segundo a reportagem, "são casos em que as pessoas foram impedidas de entrar em bancos por portarem marcapassos, pinos metálicos na perna e até casos de policiais barrados quando foram atender ocorrências". Para a Contraf- CUT, essa desculpa dos bancos não se sustenta, sobretudo porque os bancos sequer apresentam dados para justificar. "Tais processos judiciais são certamente insignificantes diante de Agências "mais amigáveis" para quem? Segundo a reportagem, "o Itaú afirma que o processo de retirada das portas giratórias faz parte de uma política para tornar as agências mais amigáveis para os clientes". "Agências vulneráveis e inseguras ficam mais amigáveis para bandidos que assaltam agências e postos e praticam a saidinha de banco, uma vez que terão um obstáculo a menos para praticar ações criminosas", aponta o diretor da Contraf-CUT. No ano passado, de acordo com levantamento da Contraf-CUT e CNTV, 49 pessoas foram mortas em assaltos envolvendo Remodelação insegura Ainda conforme a reportagem, além da retirada das portas giratórias, "o banco diz que as agências passam por uma remodelação também para tornar menos ostensivas as guaritas da vigilância. Essa política surgiu após a fusão com o Unibanco, que já não utilizava portas com detector de metal". "O banco diz que, apesar das mudanças, o nível de segurança será mantido. Afirma também que as portas serão substituídas por outros equipamentos, mas não informa quais". Na matéria, "o Bradesco nega ter uma política para retirada das portas. Em nota, diz que as agências sem os equipamentos seguem "um plano de segurança próprio aprovado pela Polícia Federal". Números sobre investimentos não batem A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) afirma que a segurança de seus funcionários e clientes é "uma preocupação central" dos bancos associados e, por isso, há um investimento anual de R$ 9,4 bilhões nessa área. A Subseção do Dieese na Contraf-CUT avaliou os números dos balanços dos primeiros nove meses de 2011 dos cinco maiores bancos do país (Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Santander). Enquanto lucraram no período R$ 37,9 bilhões, destinaram R$ 1,9 bilhão para despesas com segurança e vigilância. O Itaú bateu novo recorde e lucrou R$ 14,620 bilhões no exercício de 2011. No entanto, gastou R$ 482 milhões com segurança e vigilância, o que representa somente 3,30% em relação ao lucro do ano. Já o Bradesco lucrou R$ 11,02 bilhões no ano passado. Por sua vez, investiu R$ 333 milhões em segurança e vigilância, o que significa apenas 3,02% em comparação ao lucro anual. "Os números da Febraban não batem com os balanços. Vamos cobrar esclarecimentos e explicações na retomada da Mesa Temática de Segurança Bancária, ainda sem data agendada pela Fenaban", salienta Ademir. "Além disso, os bancos precisam investir mais em segurança, pois hoje aplicam muito pouco diante de seus lucros estrondosos", completa. Trabalhadores apoiam portas giratórias Questionada pela Folha, a Febraban não comentou a retirada das portas giratórias das agências. Também em nota, mencionou que a lei federal 7.102 estabelece que a implantação das portas giratórias é opcional. "Um entre outros dispositivos mecânicos ou eletrônicos de segurança." Para a Contraf-CUT e a CNTV, as portas giratórias deveriam ser obrigatórias para todas as agências e postos de atendimento bancário, sendo uma das propostas dos trabalhadores para o projeto de lei que cria o estatuto de segurança privada, que está em estudo no Ministério da Justiça, a partir de iniciativa da Polícia Federal. "Além disso, apoiamos projetos de leis municipais e estaduais que determinam a instalação de portas giratórias e outros equipamentos, como forma de prevenir assaltos e sequestros e proteger a vida de trabalhadores e clientes", conclui Ademir.
Fonte: Contraf-CUT com Folha de S.Paulo |
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Seguranças devem fazer curso para trabalhar nos estádios da Copa A Fifa informa que a Polícia Federal deve investir R$ 9,8 milhões até 2014 "para regular, fiscalizar e controlar a atividade de segurança privada no país". Segundo o Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp), que representa 180 entidades, ao menos 50 mil profissionais serão escalados para fazer a segurança da Copa do Mundo de 2014. Cada estádio deve ter três mil vigilantes cadastrados na Polícia Federal para atuar no interior das arenas: tendas de patrocinadores, área de circulação de pessoas, estacionamentos e catracas. O Brasil tem 540 mil vigilantes trabalhando em 1.500 empresas regulamentadas, sendo que 167 mil profissionais atuam no Estado de São Paulo, de acordo com dados do Sesvesp.
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Vigilantes do DF encerram greve e retornam imediatamente ao trabalho O Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (Sindesv-DF) decidiu em assembleia nesta segunda-feira (30) interromper a greve iniciada na noite da última quinta-feira (26). Os vigilantes concordaram em retornar a seus postos de trabalho até as 22h desta segunda. Eles aprovaram proposta de aumento de salário de 20% (que inclui ganho real e risco de vida), tíquete-refeição de R$ 17. Ficou acertado também que o Sindicato das Empresas de Segurança Privada tem 60 dias para apresentar uma proposta de plano de saúde. A proposta aprovada foi acertada em reunião com as empresas no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) nesta segunda. Os grevistas reivindicavam aumento de 15% no salário e tíquete-refeição diário de R$ 25. Hoje, o salário base é de R$ 1.299 e o tíquete, de R$ 13,50. Eles pediam também o cumprimento de um acordo que acordo teria estabelecido adicional por risco de vida de 30% de 2010 a 2014. "Não é o que a gente queria, mas foi um acordo bom. A gente avalia de forma positiva porque na audiência os ânimos se exaltaram e foi o que deu para negociar", disse o diretor do Sindesv-DF, Gervalino Rodrigues. O encontro no Tribunal durou aproximadamente três horas. Do lado de fora do TRT, na 513 Norte, cerca de 8 mil trabalhadores esperavam para votar a proposta apresentada, segundo estimativa do sindicato. Representantes de outros sindicatos e o presidente da Central Única dos Trabalhadores no DF (CUT-DF), José Eudes Oliveira , foram até a concentração e manifestaram apoio á categoria. O Sindesv-DF afirma que 70% dos 18 mil vigilantes do DF aderiram à paralisação. Eles trabalham em bancos, prédios públicos e privados. Multa Esse pedido foi rejeitado pelo TRT, mas Rodrigues afirma que o sindicato só foi notificado da decisão nesta segunda e que por voltar hoje ao trabalho, não será necessário pagar a multa. Transtornos O zoológico ficou fechado no final de semana e hospitais do DF fecharam alguma portarias. A Secretaria de Saúde informou que pediu apoio à Casa Militar do governo do Distrito Federal e da Secretaria de Segurança Pública para suprir a segurança nos hospitais.
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Um caixa eletrônico foi explodido, na madrugada de ontem, em uma agência bancária do bairro Renascença, região Nordeste de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Militar, testemunhas viram três homens correndo com duas caixas de metal nas mãos e outros dois suspeitos dando cobertura em um carro prata, cujo modelo não foi identificado. Foi o décimo caso de arrombamento de caixa eletrônico no Estado em apenas dois meses. Duas alavancas de metal, usadas para arrombar a agência, foram deixadas para trás pelos criminosos. Um dos caixas ficou completamente destruído. Os bandidos levaram as gavetas com dinheiro, mas o valor não foi informado pelo banco. O grupo tentou ainda arrombar outro caixa, mas não conseguiu. A força da explosão danificou toda a agência. Pelo menos outros quatro caixas foram atingidos. Câmeras de segurança e portas de vidro ficaram destruídas. Por causa dos estragos, o banco não funcionou ontem. Outros casos. Na semana passada, pelo menos três bandidos explodiram um caixa eletrônico no prédio da Prefeitura de Raposos, na região metropolitana. Por causa dos casos recentes de roubos do tipo, o delegado Islande Batista, chefe do Departamento de Operações Especiais da Polícia Civil (Deoesp), designou uma equipe para apurar a origem dos ataques. "Há uma preocupação muito grande quanto a isso. Conseguir explosivos legalmente é algo muito complicado. Vamos checar os furtos recentes desse tipo de material para rastrearmos possíveis autores", afirmou Batista. (KA)
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O suspeito se passou por flanelinha e roubou a bolsa de uma mulher na Rua Goitacazes com Rio de Janeiro Um ladrão foi espancado por testemunhas no fim da noite de quinta-feira, no Centro de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Militar (PM), Eli Rodrigues se passou por flanelinha e roubou a bolsa de uma mulher na Rua Goitacazes esquina com Rio de Janeiro. O suspeito não contava que seria perseguido por populares e preso. Depois do roubo, Eli correu e foi alcançado por testemunhas. As pessoas bateram nele e seguraram o ladrão até a chegada dos militares. Ele precisou ser encaminhado para atendimento no Hospital João XXXI, sob escolta policial, e logo depois levado para a Delegacia Secciona Centro. Eli foi autuado em flagrante por furto. No Bairro Minaslândia, Região Norte da capital, ladrões que estavam em motos roubaram uma pessoa na Rua José de Alencar Rogedo. Após denúncia, militares conseguiram prender dois homens e apreender dois menores. Todos foram levados para a Delegacia de Venda Nova.
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Os equipamentos ficam numa agência do Banco Santander, na Rua Rio Negro, Bairro Riacho das Pedras Três caixa eletrônicos foram arrombados no Bairro Riacho das Pedras, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo o 39º Batalhão da Polícia Militar (PM), por volta de 6h desta quinta-feira uma testemunha denunciou o arrombamento na agência do Banco Santander, na Rua Rio Negro. Ao chegar no local militares não encontraram suspeitos, apenas as máquinas danificadas. Segundo a PM, tudo indica que foram usados maçaricos para arrombar os equipamentos. O gerente da agência foi acionado, mas a PM ainda não soube dizer se os criminosos levaram dinheiro dos caixas.
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Sindicato oferece curso de idiomas para a categoria. O objetivo é capacitar os trabalhadores para o mercado de trabalho. Clique aqui para download do formulário de inscrição
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Sindicatos de vigilantes de Brasília, Goiás, Goiânia, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia, juntamente com a CNTV- Confederação Nacional dos Vigilantes e FITV – Federação Interestadual dos Vigilantes reuniram-se hoje em Brasília-DF, discutiram e acertaram ações comuns, apoios nas negociações e enfrentamento com os patrões e na mobilização dos vigilantes destes Estados nas campanhas salariais em andamento. Neste contexto comprometeram-se a: a.Condenar a prática dos patrões nas mesas de negociações, especialmente em Minas, Brasília, Goiás, Goiânia e Tocantins, de negar salário mais digno, Risco de Vida de 30%, alimentação por dia de trabalho e melhores condições de trabalho; b.Apoiar qualquer decisão de luta dos trabalhadores desses Estados, principalmente em caso de GREVE; c.Reafirmar os principais pleitos da categoria: Reajuste de Salário que reponha a inflação e assegure ganhos equivalentes a lucratividade e crescimento do setor de segurança privada (media de 16% em 2010), 30% de Risco de vida, plano de saúde, alimentação por dia de trabalho, fim do banco de horas e etc. d.Denunciar o golpe da recuperação judicial (Pré - falência) da empresa Coral Vigilância e a tentativa de chantagear os trabalhadores nas negociações coletivas, sabendo-se que os seus donos dilapidaram a empresa para aplicar um calote milionário nos milhares de vigilantes. e.Por fim, os dirigentes resolveram eleger um grupo de Coordenação e Apoio aos Sindicatos e aos trabalhadores durante as negociações e mobilização, transformando a campanha de um estado como de interesse dos vigilantes de toda a região e todo o país. Brasília-DF, 19 de janeiro de 2012. |
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Em 2011, o descumprimento da lei por parte dos bancos e a lentidão dos órgãos fiscalizadores contribuíram para a prática do crime A lei que proíbe o uso de celular dentro de agências bancárias de Minas Gerais, que foi pioneira no país e completa um ano nesta quinta-feira, continua longe de ser respeitada. A proibição do uso do telefone móvel, instituída para combater o crime conhecido como saidinha de banco, poderia ter evitado pelo menos 40% dos crimes dessa modalidade. É o que estima a Polícia Civil. “Infelizmente a lei não pegou porque os bancos estão interessados em arrecadação, não em garantir a segurança dos clientes”, diz Islande Batista, chefe do Depatri (Departamento de Investigação de Crime contra Patrimônio). Mas o cenário pode mudar. Segundo o delegado, cerca de 90% das vítimas de saidinha de banco que entraram na Justiça estão ganhando a causa contra o banco que permite o uso do celular ou não instalou biombos, outra determinação da lei. Além disso, o Procon do Ministério Público Estadual promete entrar na briga. Em dezembro, foi publicado um formulário que regulariza a fiscalização dos agentes nas agências no Diário Oficial. Em 2011, o descumprimento da lei por parte dos bancos e a morosidade dos órgãos fiscalizadores contribuíram para a prática do crime. Considerando apenas os grandes assaltos, de valores acima de 120 salários mínimos e encaminhados, foi roubado em Belo Horizonte, no ano passado, mais de R$ 1,5 milhão. “O último balanço aponta que foram entre 60 e 70 saidinhas por mês”, conta o delegado. O desrespeito à legislação foi flagrado pela reportagem. Em nota, a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) afirma que é favorável à lei e que orienta os bancos a cumpri-la, mas alega que os bancos não têm poder legal para proibir o uso ou apreender o celular. Fonte: eBand - São |
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Este artigo visa difundir conhecimento entre os administradores sobre a "Preservação de Local de Crime" dentro de sua empresa, contribuindo de forma significativa com o trabalho da autoridade policial. André Luiz Padilha Ferreira O profissional de segurança quando se depara com uma situação anormal no seu posto de serviço deve obrigatoriamente adotar algumas medidas para a preservação desta área, especialmente quando se trata de um local onde ocorreu um crime. O Gestor de Segurança Privada que atuam na função Gerencial, Coordenação, Supervisores e Inspetores, tem por obrigação orientar os colaboradores (vigilantes e agentes de portaria) das empresas que trabalham em postos alocados sobre a importância da PRESERVAÇÃO DO LOCAL DO CRIME, que é uma peça fundamental para orientação e direcionamento da linha de investigação que a autoridade policial irá adotar no transcorrer da investigação e elucidação do crime, que culminará na identificar e na prisão dos autores da infração penal. NOÇÕES BÁSICAS DE ISOLAMENTO NO LOCAL DO CRIME. A criminalística é o estudo da cena do crime, após o evento, visando o levantamento de provas com o objetivo de identificar o(s) criminoso(s) para colaborar com a investigação. O local onde ocorreu um crime contra a pessoa ou contra o patrimônio tem características únicas, e que LOCAL DO CRIME – Pode ser definido genericamente, como sendo uma área física onde ocorreu um Que pode ser na área interna, externa ou mista. LOCAL DE CRIME IDONÊO LOCAL DE CRIME INIDONEO – Local onde já houve trânsito de pessoas, furto de objetos, foi usado produto químico para limpeza, movimentação ou mudança de local do cadáver, limpeza da arma deixada pelos marginais, mudança de posicionamento de objetos considerados imprescindíveis para a elucidação e autoria do delito. INTERNO – Dentro das instalações físicas do patrimônio, na sua área interna. Protegido por paredes e coberturas. EXTERNO – Compreendido na parte externa do patrimônio, como por exemplo, a calçada, ruas e etc. MISTO – Está parte é a mais complexa para delimitar a área do crime, pois o delito pode iniciar-se na parte interna do patrimônio (quintal, pátio, estacionamento) e ser consumado na TÉCNICAS OPERACIONAIS PARA PRESERVAÇÃO DE LOCAL DO CRIME: 1) Sempre o local de que deve ser isolada é área onde estiver a maior concentração de vestígios; 5) Não permitir o trânsito de pessoas dentro da área delimitada, desta forma evita-se furtos no interior do patrimônio; 6) Em casos de acidente de trânsito dentro da área interna da empresa, se a vitima estiver com vida, providenciar os primeiros socorros, paralisar ou desviar o trânsito no local do acidente, preservando também a vida dos socorristas no local, se possível solicitar apoio para os demais agentes de portaria ou até mesmos aos funcionários da empresa (cipistas ou cipeiros); 7) Em casos de crime contra a pessoa (homicídio, tentativa de homicídio, latrocínio, lesões corporais leves, medias e graves, suicídio, disparo de arma de fogo). Quando a vitima estiver viva, providenciar os primeiros socorros, aguardar a chegada dos para-médicos, solicitar informações tipo nome da vitima, endereço, telefone de contato, entre outras informações, e depois repassar tal informações para o policial ou outra autoridade competente no local, não se esquecer de confeccionar ocorrência administrativa ou B.O (Boletim de Ocorrência) se for necessário; 8) Em casos de crime contra a pessoa em que a vitima estiver sem vida, não mexer, mudar ou alterar a posição do corpo em hipótese nenhuma; 9) Em casos de crime contra o patrimônio (arrombamento, furto, roubo de residências e veículos, danos materiais e etc.), o local deve ficar isolado e não pode haver qualquer tipo de mudança no layout do local, deve permanecer intacto. Deve ser avisado o proprietário do local também, Toda atenção para prevenir a ação de saqueadores. 10) Em casos de incêndio em empresas, somente os veículos autorizados podem adentrar no local do sinistro. Especial atenção para eventuais saques que podem ocorrer durante e depois do incêndio. Em todos os casos acima citados, o vigilante(s) deve fazer uma analise rápida da situação, e solicitar apoio operacional para a empresa. Abaixo conforme dispõem o Código Processual Penal, todas as fases que a autoridade policial deve adotar durante a investigação criminal e conforme Art. 6º Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade policial deverá: VII - determinar, se for caso, que
se proceda a exame de corpo de delito
e a quaisquer outras perícias; IX - averiguar a vida pregressa do indiciado, sob o ponto de vista individual, familiar e social, sua condição econômica, sua atitude e estado de ânimo antes e depois do crime e durante ele, e quaisquer outros elementos que contribuírem para a apreciação do seu temperamento e caráter.
Todos estes detalhes servem para identificar e mapear a forma operdandi dos infratores. Fonte: André Luiz Padilha Ferreira.
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Novos cursos estão surgindo em razão do evento esportivo. Curitiba terá duas especializações na área a partir de 2012 Confira os detalhes de dois cursos de especialização na área de segurança que começam no ano que vem, em Curitiba: Gestão Estratégica da Segurança – Security Officer - Onde: Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). - Quando: as aulas da primeira turma iniciam em março. Inscrições abertas. - Público-alvo: pessoas graduadas em qualquer área, mas que queiram focar principalmente na segurança de eventos promovidos pela iniciativa privada e atuais profissionais da segurança privada. - Perfil: especialização na área do planejamento, coordenação e execução de segurança em eventos em shoppings, bares, restaurantes, instituições de ensino e outras empresas, para trabalhar em parceria com órgãos de segurança pública. - Duração: 360 horas. - Investimento: Inscrição R$ 100 e 18 parcelas de R$ 349. Mais informações em www.utp.br. Segurança Pública – Fundamentos, Panorama e Perspectivas - Onde: UniCuritiba Centro Universitário Curitiba. - Quando: as aulas da primeira turma iniciam em março. Inscrições abertas. - Público-alvo: profissionais que atuam na segurança pública e interessados em políticas públicas para a área. - Perfil: curso que incentiva a pesquisa, as discussões e a produção do conhecimento no campo da segurança pública, formando críticos que possam gerar propostas de inovações legislativas e que entendam a segurança pública e seus agentes de forma articulada. - Duração: 432 horas. - Investimento: 17 parcelas de R$ 527, sendo a primeira paga na matrícula. Mais informações em www.unicuritiba. edu.br. Com o pensamento na Copa do Mundo, instituições de ensino têm se movimentado para oferecer cursos voltados para o megaevento esportivo. Área em que gestão e planejamento têm cada vez mais se mostrado fundamentais, a segurança é uma das peças-chave para o sucesso do evento aguardado para 2014. Em Curitiba recentemente foram lançadas duas pós-graduações com o objetivo de estimular o pensamento crítico e a produção científica a respeito do tema segurança. A Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) oferece o curso de Gestão Estratégica de Segurança – Security Officer, com foco para grandes eventos, como a Copa do Mundo, e voltado para o público interessado na atuação dentro da segurança privada. Não é um curso voltado para quem vai atuar na revista da entrada do estádio, mas para gestores, que coordenam, planejam e colocam em execução ações de segurança, segundo o coordenador do curso, Renato Jorge da Silveira, especialista em Estratégia em Segurança Pública e coronel da reserva da Polícia Militar. “O foco principal é o planejamento e a inteligência, é o pensar nas possibilidades que podem ocorrer em um evento causando danos nos diferentes setores. É preciso saber antes o que pode acontecer, para poder se preparar, como conhecimentos da psicologia da violência e sociologia da criminalidade, por exemplo”, diz. Discussão científica De acordo com o delegado da Polícia Federal Algacir Mikalovski, coordenador do curso de especialização em Segurança Pública: Fundamentos, Panorama e Perspectivas do Centro Universitário UniCuritiba, de uma forma geral há uma grande necessidade de formar e aperfeiçoar os profissionais de segurança no país, e de melhorar as políticas públicas envolvidas. “Temos carência de cursos de pós-graduação e de formação na área de segurança pública. É preciso que essa filosofia de trabalho seja discutida não só pelas polícias, mas pela sociedade, que não está satisfeita com o resultado das iniciativas públicas. Precisamos de projetos e de discussão científica, que pode vir de dentro de uma pós-graduação”, diz. Apesar de a força policial não atuar diretamente nos jogos do torneio, trabalho reservado a profissionais de empresas privadas contratadas pela Fifa, este é um evento que muda a dinâmica da segurança pública por diversos fatores, a aglomeração de pessoas e a vinda de estrangeiros são alguns deles. “No entorno, o policial vai continuar fazendo o trabalho preventivo e de repreensão do crime. E vai entrar no estádio se necessário, se houver um crime ou investigação”, diz. Para o coordenador-geral de pós-graduação do UniCuritiba, Alex Teixeira, não basta colocar o segurança na porta e o policial na rua, há que se pensar na segurança como uma questão estratégica, que articule todos os aspectos envolvidos. “No fim das contas, a força de segurança será mista, com seguranças ligados à Fifa dentro dos estádios, mas com o macro sendo gerenciado pela força de segurança pública”, diz. Fonte: Gazeta do Povo Online |
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Roubos de explosivos podem ter originado onda de ataques a bancos A onda de explosões de caixas eletrônicos pode ter origem em roubos de dinamites em mineradoras da região. No dia 6 de novembro foi registrado roubo de mais de 400 quilos de dinamites na empresa Calcário Triângulo Indústria e Comércio, situada às margens da rodovia BR-050. Após esta data as explosões se tornaram constantes. A primeira explosão foi registrada 30 dias depois. O alvo foi o caixa eletrônico do banco Bradesco, instalado no posto Morada, que fica na avenida Dona Maria Santana Borges, bairro Olinda. Três homens chegaram ao local, explodiram o caixa e deixaram para trás a gaveta que continha as cédulas de R$100, onde, segundo informações da PM, haveria mais de R$25 mil. O total de dinheiro roubado não foi divulgado, mas algumas pessoas ligadas ao serviço de transporte de valores e da própria instituição bancária acreditam que podem ter sido levados mais de R$50 mil. Cinco dias depois foi a vez do caixa eletrônico instalado no posto Aeroporto, que fica na avenida Nenê Sabino. Além do equipamento, os marginais explodiram toda a loja de conveniência, onde foi instalado o caixa. Desta vez os assaltantes conseguiram levar todas as gavetas do cofre. Apenas R$1.560 em notas de 20 reais foram apreendidos, uma vez que todas estavam danificadas. As últimas quatro ações criminosas ocorreram a partir da última sexta-feira, dia 16 deste mês, onde foram levados da pedreira Beira Rio mais de 25 quilos de dinamite. Em todos estes roubos os marginais não obtiveram êxito. A polícia acredita não se tratar da mesma quadrilha que atuou nos postos de combustíveis na semana anterior, uma vez que o modo de agir é diferente, demonstrando certo amadorismo por parte dos marginais. Outro fato que não coincide são os veículos utilizados. Nas últimas quatro tentativas os autores estavam em motocicletas e não em carros de luxo, como nos dois primeiros e bem-sucedidos roubos. Os quatro caixas eletrônicos explodidos e que não foram levados nenhum valor são: posto Nossa Senhora de Lourdes, posto Uberdiesel, a agência do Bradesco, ao lado do Colégio Osvaldo Cruz, e a agência do HSBC da avenida Fernando Costa. Fonte: Jornal da Manhã - Uberaba/MG |
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REINAUGURAÇÃO DO AUDITÓRIO EM HOMENAGEM AO NOSSO COMPANHEIRO SÉRGIO ANSELMO DE LIMA |
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Relação dos deputados que apresentaram requerimento de inclusão na ordem do dia PL 1033/03 |
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02/08/2011 1.Apresentação do Requerimento n. 2535/2011, pela Deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) 03/08/2011 3.Apresentação do Requerimento n. 2574/2011, pelo Deputado Reinaldo Azambuja (PSDB-MS) 04/08/2011 5.Apresentação do Requerimento de Inclusão na Ordem do Dia n. 2569/2011, pelo Deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB)
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Uma decisão da 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) modificou sentença de primeiro grau e condenou a transportadora RL Entregas Rápidas Ltda., com sede em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, a indenizar a Qualypro Tecnologia Ltda. pela perda de uma quantia em dinheiro a ela pertencente em um assalto à mão armada. A RL Entregas terá de pagar R$ 4.274. |
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O PL 1033 que concede 30% de Adicional de Risco de Vida ganhou mais apoios nesta semana. A CNTV recomenda aos dirigentes sindicais e vigilantes da base que continuem com a pressão, até que o nosso projeto seja votado e aprovado no plenário da Câmara dos Deputados. A vitória depende do trabalho de todos nós. Deputado Décio Lima -
(PT-SC) |
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A revogação da Lei Municipal 548/2011 está tirando o sono dos guardas municipais de Propriá. É que a lei transformou vigilantes em guardas municipais, porém, o prefeito José Américo quer deixar tudo como era antes, ou seja, os guardas devem voltar a ser vigilantes. A denúncia foi realizada pelo presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Propriá, Wagner Carvalho, ao Jornal do Dia. Ele não está respeitando a Lei Municipal 548/2011 criada e sancionada por ele mesmo, que transforma em guardas municipais 50 vigilantes e a situação tem gerado constrangimento junto à categoria, relata o sindicalista. Toda a problemática iniciou quando o prefeito da cidade resolveu transformar 21 dos 50 vigilantes em guardas municipais, fato não aceito pela categoria, nem pelo sindicato. Fomos contra e conseguimos tirar o projeto da Câmara de Vereadores, conta Wagner. Depois disso, o prefeito refez a lei e a alteração passou a contemplar todos os vigias. Dessa forma, os vereadores da cidade aprovaram a lei. Agora, o prefeito quer alterar a lei de novo, tirando os direitos dos guardas municipais e transformando-os novamente em vigilantes. Por sorte, os vereadores arquivaram a solicitação, porém, Américo disse que vai à justiça conseguir o que deseja, desabafa Carvalho. Salário - Como a lei tinha validade imediata, os guardas já deveriam receber o novo salário no final de outubro, mas não foi o que aconteceu, pois o pagamento foi exatamente igual ao que era recebido quando os servidores ainda eram vigias. Um vigilante tem salário de R$ 600,20 e um guarda R$ 560, a diferença é que somado ao salário de guarda, está 30% de periculosidade e adicional noturno, o que elevava o salário para R$ 750, além disso, um guarda tem acréscimo de 10% a cada três anos no salário base, diferente dos vigias, que tem apenas 3% a cada cinco anos. Acredito que a folha de pagamento sofreu um impacto e isso deve estar fazendo o prefeito querer voltar atrás, mas esse é um ponto que deveria ter sido pensado antes dele ter proposto a alteração de cargos, diz o presidente do sindicato, Wagner. Cândida Oliveira Fonte: Jornal do Dia - Sergipe - Aracaju/SE |
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A segurança nos estádios de futebol, na época da Copa das Confederações e da Copa do Mundo 2014, ficará a cargo da segurança privada, conforme regulamento da FIFA. Para a abertura e encerramento da Copa 2014, serão necessários cerca de 1.200 vigilantes, em cada cerimônia. Por jogo, uma média de 500 homens ficarão responsáveis pela segurança de dentro dos estádios. Deverá ser utilizada a força tática de 38 mil vigilantes de empresas de segurança privada, ao todo. Mas haverá uma condição: Seguranças farão curso São Paulo - A segurança nos estádios de futebol, na época da Copa das Confederações e da Copa do Mundo 2014, ficará a cargo da segurança privada, conforme regulamento da Fifa. Por jogo, cerca de 500 homens ficarão responsáveis pela segurança de dentro dos estádios. Há uma condição: o vigilante terá |
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Se antigamente a categoria era formada só por homens fortes, atualmente já é possível encontrar grisalhos e mulheres Tisa Moraes A procura crescente por serviços de segurança privada fez surgir um novo perfil de profissional em Bauru. Ao contrário do que ocorria em tempos passados, eles não são mais, necessariamente, altos, jovens e fortes. Agora, há espaço também para agentes grisalhos, acima do peso e para os desprovidos de montanhas de músculos. Uma realidade que preocupa, entretanto, é que também tem ingressado no mercado homens e mulheres nem tão bem preparados para desempenhar suas funções, conforme reconhecem até mesmo vigilantes consultados pelo JC. Ao mesmo tempo em que a exigência física mudou para que mais agentes pudessem ser formados como meio de suprir o aumento da demanda, o rigor em sua capacitação técnica e psicológica, apontam especialistas no ramo, também teve de ser diminuído. Sob a condição de não ser identificado, um vigilante conta que, em cinco anos de atuação no ramo, já teve conhecimento de casos em que seguranças armados discutiram e destrataram clientes de bancos da cidade. Além de agências bancárias, agentes armados são requeridos para garantir o patrimônio de indústrias e grandes empresas privadas. Os que não precisam portar armas – estimados em cerca de 60% do total - são destacados para atuar em diversos eventos, festas e casas noturnas, onde se concentra um grande número de pessoas. “Neste último caso, o problema tem sido o uso excessivo de força para conter e retirar pessoas que causam algum tumulto. Existe muita gente mau educada, mas o vigilante que lida com o público não pode passar dos limites assim”, considera o vigilante. Mas nem todas as empresas formam e recrutam seguranças irresponsáveis, conforme aponta Guilherme Costa, agente da Polícia Federal, órgão que autoriza e fiscaliza o serviço de segurança privada no Brasil. De acordo com ele, muitas delas são sérias. “E as empresas que contratam estes serviços também podem, e devem, se cercar de cuidados e estabelecer critérios internos para não contratar alguém despreparado”, diz. Lei ultrapassada Por outro lado, o próprio sindicato da categoria reconhece que os centros de formação clandestinos somam o dobro do total de empresas legalizadas no País. E mesmo estas últimas não oferecem, necessariamente, o serviço considerado ideal. A entidade, assim como a Polícia Federal, aponta que a lei federal existente para disciplinar a função data de 1983 e, embora tenha sido atualizada por diversas portarias, precisa ser reformada para dar conta do crescimento acelerado do setor. “A Polícia Federal não pode exigir mais do que a lei prevê. Algumas portarias foram publicadas para aumentar o rigor para a formação de vigilantes, mas seria preciso uma reforma completa, porque as regras atuais estão muito defasadas”, considera Costa. Segundo prevê a legislação, depois de formados em um curso de apenas 16 dias de duração, os agentes precisam ser submetidos a reciclagem a cada dois anos, que consiste em três dias aulas, seguidos de uma prova teórica e psicológica, além de um único teste com uso de arma de fogo. Outro segurança, com seis anos de profissão, detalha ainda que a capacitação deficiente não é o único problema que impede os profissionais de desempenhar bem o seu trabalho. Isso porque, devido aos baixos salários – em torno de R$ 1 mil mensais –, eles se veem obrigados a cumprir jornadas duplas em não raras situações. Clandestinidade O Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica, Serviços de Escolta e Cursos de Formação do Estado de São Paulo (Sesvesp) aponta que as empresas de segurança privada clandestinas somam o dobro do total das unidades legalizadas no Brasil. Por meio de nota, a entidade disse ainda que reconhece a necessidade de atualização da atual legislação federal e que tem lutado para que seja aprovado o Projeto de Lei 4594/2004, em tramitação no Congresso Nacional, que pretende criar o Estatuto da Segurança Privada. Dentre as atribuições mais importantes das novas regras, está qualificar como crime a contratação de serviço de segurança clandestina, atualizar as exigências para a contratação de vigilantes e aumentar a qualidade dos cursos de capacitação. Para tentar sanar os efeitos negativos da desatualização da lei, o Sesvesp informa que tem oferecido suporte para que as empresas garantam o desenvolvimento profissional de seus vigilantes. Advogados e professores fazem curso, explica diretor de centro Embora agentes de segurança precisem ter ao menos o quarto ano do Ensino Fundamental, até mesmo pessoas com nível escolar superior freqüentam os centros de formação de Bauru, conforme revela o diretor-presidente de uma unidade da cidade, João Francisco Xavier. “Já tivemos advogados, professores de educação física e até gerentes de banco. Não podemos afirmar que o objetivo deste público é procurar emprego como vigilante, mas, se existe este interesse, é sinal de há ensino de qualidade nos centros de formação”, aponta. Embora argumente que as escolas capacitam “excelentes profissionais” em Bauru, Xavier reconhece que ainda há falhas no preparo dos agentes, principalmente porque a legislação que regulamenta a função está desatualizad. “Mas é interessante ressaltar que o governo federal avalia dobrar a carga horária dos cursos. Esta mudança, certamente, vai aumentar a qualidade dos vigilantes formados”, avalia ele. Xavier ainda defende que o número de seguranças no Brasil – que girariam em torno de 600 mil – é infinitamente maior do que a quantidade de ocorrências semelhantes à registrada em São Bernardo (SP), recentemente. “Falhas acontecem em qualquer profissão. Mas é falso afirmar, a partir de casos isolados, que toda a categoria está despreparada”, destaca. “Se errar o alvo, ele atira até acertar”, denuncia profissional Enquanto um policial militar (PM) demora cerca de um ano para se formar, uma pessoa não leva mais do que 16 dias para concluir um curso de segurança privada, já com habilitação, inclusive, para manusear armas de fogo em público. Para ser aprovado, o candidato a vigilante tem de despender cerca de R$ 700,00 que podem ser pagos parceladamente, ter concluído o quarto ano do Ensino Fundamental, não ter antecedentes criminais, frequentar as aulas do curso e ser aprovado em uma prova teórica e exame psicotécnico. “Somente nos dois últimos dias de curso é que o cara vai pegar em uma arma. Tem uma provinha no último dia, mas ele pode tentar muitas vezes. Se errar o alvo, ele tem chances para atirar de novo, de novo e de novo, até acertar. É uma situação completamente distante da vida real”, conta um vigilante, que preferiu não se identificar. Já um PM, apenas para aprender a manusear com segurança uma arma de fogo considerada simples, como uma pistola .40, é obrigado a cumprir um curso básico de 30 horas e disparar um mínimo de 250 tiros. “Usamos o método Giraldi, que prioriza a preservação da vida da população e do próprio policial”, detalha o coordenador operacional do 4º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM-I), major Flávio Jun Kitazume. Além das aulas de tiro, há ainda outros treinamentos que duram cerca de um ano e envolvem técnicas de abordagem e vistoria. Fonte: Jornal da Cidade - Bauru-SP |
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A III Marcha Nacional dos Vigilantes saiu em vários jornais, alguns repercutindo a mesma matéria de uma agência de notícias. Veja algumas: Vigilantes vão ao Congresso Nacional para pedir adicional por periculosidade A Tribuna - Baixada Santista - Santos/SP - BRASIL - e G1 A Confederação Nacional dos Vigilantes promoveu, na tarde desta terça-feira, um ato em frente ao Congresso para pedir a votação do projeto de lei que determina o pagamento de um adicional por periculosidade, calculado em 30% da remuneração da categoria. Segundo a direção da confederação, cerca de mil manifestantes dos 26 estados e do Distrito Federal participam do ato. De acordo com o dirigente do Sindicato dos Vigilantes da Bahia, Wilson Ferreira dos Santos, o projeto de lei 10.033/2003, que cria o adicional de periculosidade, foi aprovado por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça e aguarda votação em plenário. "A gente luta por isso há muitos anos. Temos direito porque é uma profissão muito arriscada, nunca se sabe o que vai acontecer", afirmou Santos. Segundo o dirigente, o vencimento básico do vigilante muda de estado para estado, variando de R$ 600 no estado do Sergipe a R$ 1.290 no Distrito Federal. Ainda na tarde desta terça, os manifestantes devem entrar no Congresso para tentar conversar com deputados sobre a inclusão de sua reivindicação na pauta de votação. Vigilantes realizam III Marcha Nacional em Brasília CUT-DF e Sindicato dos Bancários de Brasília - Brasília/DF - Cerca de 2 mil vigilantes vindos de todo o Brasil realizarão nesta terça-feira (25) a III Marcha Nacional da categoria. A concentração para a atividade será no Espaço do Servidor, na Esplanada dos Ministérios, às 8h. Os vigilantes seguirão em marcha até o Congresso Nacional, onde realizarão ato público para pressionar a Câmara dos Deputados a votar o projeto de lei 1033/2003, da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). O PL reconhece a atividade de vigilante como de risco e a inclui no rol das atividades que recebem 30% de adicional periculosidade. O tema é o principal ponto de reivindicação dos vigilantes na marcha deste ano. “Nossa reivindicação não é apenas pelo aspecto financeiro, mas pelo fato de termos o reconhecimento em lei de que nossa profissão é uma atividade de risco. Diariamente nós expomos nossas vidas para salvar a vida de outras pessoas”, afirma o presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes e Prestadores de Serviços (CNTV-PS), José Boaventura. O projeto da deputada Vanessa Grazziontin já foi aprovado em todas as comissões da Câmara e do Senado, e agora deverá ser votado pelo plenário da Câmara. Além desse PL, ainda tratam sobre o mesmo tema os projetos de lei 4436/2008, da deputada Serys Slhessarenko (PT-MT); 6113/2009, do senador Paulo Paim (PT-RS); e 413/2009, do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ); todos eles em tramitação na Câmara. De acordo com o presidente da CNTV-PS, com a realização das Marchas Nacionais, servidores de todos os estados do Brasil conquistaram algum percentual de pagamento do risco de vida. “A aprovação do projeto nivelaria este percentual. O que é mais que justo, pois, independente do estado, o risco para o vigilante é o mesmo”, avalia. Atualmente, o pagamento do adicional de periculosidade vai de 3 a 30%. Outras atividades A agenda da III Marcha Nacional dos Vigilantes ainda traz outras atividades para a categoria. No dia 26, quarta-feira, será realizado um seminário sobre segurança privada clandestina e segurança pública. A atividade será no Teatro Dulcina (Conic), das 9h às 17h. A atividade é aberta ao público. Já na quinta-feira, dia 27, os vigilantes realizarão Conferência Nacional, que reunirá todos os sindicatos da categoria para, entre outros pontos, discutir a Campanha Salarial 2012. Fonte: CUT-DF
Correio Braziliense Online - Brasília/DF - ECONOMIA - 25/10/2011 - Vigilantes de todo o Brasil se reúnem nesta terça-feira (25/10) para promover a terceira Marcha Nacional da categoria. No começo da manhã, os manifestantes se reuniram no Espaço do Servidor, ao lado do Ministério da Agricultura. Às 9h, o grupo realiza um ato político e, após essa ação, por volta de 11h, eles marcham para a Câmara. Segundo a organização, estão previstas 3 mil pessoas na marcha de hoje. Os vigilantes pedem a aprovação do Projeto de lei 1033/2003, que reconhece a atividade como de risco e a inclui no grupo que recebe 30% de adicional de periculosidade. Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes, José Boaventura, é fundamental que essa lei seja aprovada, para que a profissão seja reconhecida como atividade de risco Amanhã será organizado um seminário sobre segurança privada clandestina e segurança pública. O evento será aberto ao público, das 9h às 17h, no Teatro Dulcina, em Brasília. O evento final será na quinta-feira desta semana, quando os vigilantes realizarão uma Conferencia Nacional para discutir a Campanha Salarial de 2012. Fonte: CNTV |
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O banco HSBC deve pagar R$ 30 mil por dano moral a um homem que ficou dez minutos retido na porta giratória de uma agência bancária. A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que a indenização é devida por causa do constrangimento sofrido em decorrência da conduta do vigilante e do gerente, que afirmou que o usuário tinha "cara de vagabundo". O relator do recurso do banco, ministro Luis Felipe Salomão, destacou que, de acordo com a jurisprudência do STJ, o simples travamento da porta giratória constitui um mero aborrecimento. Quando a situação é adequadamente conduzida pelos vigilantes e funcionários do banco, não ocorre abalo moral nem prejuízo passível de indenização. Contudo, no caso analisado, Salomão entendeu que o constrangimento experimentado ultrapassou o mero aborrecimento. Segundo o processo, o homem ficou aproximadamente dez minutos preso no interior do equipamento, foi insultado e, mesmo após ser revistado por um PM, não foi autorizado a entrar. No recurso ao STJ, o HSBC contestou apenas o valor da indenização, que considerou exorbitante. O caso aconteceu em agosto de 1998. Em primeiro grau, o valor da indenização foi fixado em 30 salários mínimos. Ao julgar apelação, o Tribunal de Justiça de São Paulo elevou essa quantia para cem salários mínimos. Fonte: O Estado de São Paulo |
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Uma caixa e um vigilante do Banco do Brasil serão indenizados por um consumidor que os constrangeu mediante xingamentos, destratando-os e desrespeitando-os publicamente, em local de trabalho. A decisão do 2º Juizado Especial do Guará foi mantida pela 3ª Turma Recursal do TJDFT, que reconheceu em parte o recurso movido pelo consumidor, apenas para reduzir o valor dos danos morais. A autora conta que ao ser indagada sobre um dígito de entidade bancária diferente daquela onde atua, informou não era permitido acessar os dígitos de outros bancos, mas somente os dígitos praticados pelo Banco do Brasil. Diante disso, foi chamada de incapaz, burra, que não sabia trabalhar e tinha que voltar para a escola, que não sabia ler, que tinha de ser trocada de função, pois não sabia de nada. Após tal episódio, o vigilante -também autor - aproximou-se e solicitou que o usuário tivesse um pouco mais de educação com a funcionária. O réu, dirigindo-se ao vigilante, disse-lhe para que saísse de perto dele, que o mesmo não era gente, era um peão, um guardinha de merda, chamando-o, em seguida, para brigar fora da agência. O fato foi presenciado por diversos clientes e trabalhadores da agência. Testemunhas confirmaram os relatos dos autores, afirmando, ainda, que em momento algum trataram o usuário com falta de educação ou desrespeito. A titular do 2º Juizado Especial registra que o estado de exaltação em que se encontrava o réu e o modo como se conduziu (falando alto e proferindo palavras injuriosas) estão devidamente comprovados, não deixando dúvidas de que os autores foram desrespeitados pelo consumidor. Para a magistrada, o fato ultrapassou os marcos do que se pode esperar de qualquer membro do corpo social nas relações de convivência humana. Segundo ela, a falta de respeito do réu pode ser verificada não apenas pelo modo como se conduziu diante dos autores, mas também pela absoluta desnecessidade de assim proceder para dar solução ao problema em que se envolvera. Acrescenta, ainda, que se de fato a funcionária, por falta de conhecimento ou interesse, negou-se a realizar o procedimento solicitado, o réu deveria ter acionado os superiores da mesma para que sanassem eventual falha e aplicassem-lhe as penalidades devidas, segundo o regulamento e a lei. Assim, concluiu a julgadora que o réu agiu fora dos limites do que lhe permite o ordenamento jurídico e fora das regras de respeito humano presentes no senso comum. Enfim, "conduziu-se ilicitamente, causando ofensa a direito da personalidade dos autores, motivo pelo qual deve indenizá-los". Foi seguida em seu entendimento pelos membros da Turma Recursal, que assinalaram que os valores de civilidade, polidez e tolerância devem ser externados pelos fornecedores na prestação de seus serviços, mas igualmente pelos consumidores. Na hipótese, assentaram, por fim, que restou demonstrada a injusta ofensa do consumidor dirigida aos autores, com palavras inadequadas e de baixo calão, configurando ato ilícito e o dever de indenizar. Nº do processo: 2009.01.1.122579-9ACJ |
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O empenho do deputado Chico Vigilante (PT) para aprovar o Projeto de Lei nº 1033, que institui o risco de vida sobre o salário dos trabalhadores em vigilância foi dado esta semana na Câmara Legislativa. O parlamentar se reuniu com a ministra Ideli Salvatti, da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, na quinta-feira (20), em busca de mais apoio à aprovação do PL que cria o adicional por periculosidade sobre o salário da categoria correspondente a 30%. “Durante mais de uma hora conversei com a ministra Ideli, que se mostrou uma conhecedora e simpatizante da categoria de vigilante. Ela sabe das necessidades dos profissionais e os riscos que se corre no exercício do trabalho com vigilância”, disse o deputado. A ministra Ideli Salvatti disse para Chico que vai ajudar a viabilizar apoios no Congresso para a aprovação da matéria. O projeto já tramitou na Câmara Federal. Passou pelas Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Assuntos Sociais, Administração e Trabalho (CAS). Nessa quarta-feira (19), Chico esteve com o presidente da Câmara Federal, Marco Maia (PT-RS) e o deputado Nélson Pelegrino (PT-BA), juntamente com o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Vigilância (CNTV) e do presidente e vice-presidente do Sindicato dos Vigilantes de Minas Gerais no gabinete do presidente na Câmara. Marco Maia garantiu que assim que tão logo a pauta fique limpa das medidas provisórias, ele coloca o projeto para votação imediatamente. As medidas provisórias obstruem a pauta e impedem a votação de determinado projetos, conforme a natureza deles. É o caso, por exemplo, do PL1.033. O deputado Nélson Pelegrino está recolhendo assinaturas de líderes de partidos na Câmara para reforçar os apoios à aprovação da proposição que beneficiará diretamente vigilantes do País inteiro. “Se Deus quiser este projeto será votado e aprovado na Câmara nas próximas semanas”, disse Chico Vigilante. O parlamentar não mede esforços para buscar apoio à aprovação da matéria. Só neste ano, se reuniu com o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, o presidente da Câmara Marco Maia três vezes, diversos parlamentares, entre eles o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP) e a ministra Gleise Hoffmann da Casa Civil. Todos estão empenhados em aprovar o projeto que garantirá o risco por periculosidade à categoria de vigilantes do Brasil todo. Fonte: Jornal Coletivop
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Bandidos entram no setor de cofres particulares de uma agência do Itaú na Avenida Paulista e levam um tesouro em pedras preciosas, ouro e relógios avaliado em 100 milhões de reais, no mínimo. Diamantes do tamanho de bolas de gude, esmeraldas raras, lingotes de ouro puro, colares cravejados de dezenas de rubis, coleções de relógios que custam mais do que um apartamento de luxo, maços de notas de 500 euros. Essa é uma pequena fração do inventário de perdas do maior roubo a cofres particulares já feito no Brasil. O crime ocorreu há duas semanas, no coração de São Paulo, mas o caso passou dias na penumbra. Só na semana passada seus contornos começaram a vir à luz. A cada novo detalhe revelado, a trama torna-se mais surpreendente. O centro da ação foi o subsolo de uma agência do ltaú localizada na Avenida Paulista, na esquina com a Rua Frei Caneca. Lá, o banco mantém uma caixa-forte com 2 500 cofres alugados a seus clientes vips. Para chegar até eles, é preciso passar por guardas e por duas portas: uma gradeada e outra de aço. O aparato de proteção conta com áreas vigiadas por câmeras e sensores de movimento. Trata-se, portanto, de um local de altíssima segurança. No entanto, às 23h50 de 27 de agosto, um sábado, doze homens uniformizados com jaleco cinza-claro invadiram o local sem disparar um só tiro. Arrombaram 138 cofres, pertencentes a 120 clientes. Dez horas depois, na manhã de domingo, partiram com uma fortuna avaliada, por baixo, em 100 milhões de reais. Nenhum alarme soou. Os bandidos entraram na agência graças a um disfarce: dois deles chegaram ao edifício em um furgão. Foram para a garagem. Desceram a rampa que dá para o estacionamento e encontraram o vigia noturno. Vestidos com os jalecos, informaram que faziam parte de uma equipe de manutenção que trocaria alguns móveis da agência. O vigia não desconfiou, pois a agência passava mesmo por um período de reformas e havia recebido um aviso sobre obras que seriam feiras naquela madrugada. Com a passagem liberada, os homens tomaram elevadores até o térreo. Na área principal da agência, dominaram o único vigilante armado de plantão. Sob a mira de pistolas, ele foi obrigado a fazer contato com a central de monitoramento e a recitar uma senha de segurança que autoriza o desligamento total dos alarmes. Em seguida, os bandidos fizeram com que o vigilante abrisse as portas que dão para a Avenida Paulista. Mais dez homens entraram, enquanto outros cinco ficaram do lado de fora, para avisar o resto do bando de algum problema. Alguns se dirigiram à garagem e descarregaram o furgão. Várias caixas de papelão foram levadas para o setor de cofres. Nelas, havia inúmeras ferramentas, desde as mais simples, como arco de pua, pé de cabra e mrreta, até equipamentos modernos, como uma furadeira magnética, capaz de varar aço, uma serra sabre elétrica e um martelo eletropneumático, utilizado para demolir paredes. Com esse arsenal, foi fácil alcançar o tesouro dos cofres. O vigia da noite e seu colega do turno da manhã, também rendido ao chegar ao trabalho, às 6h45 do domingo, só puderam dar o alarme depois que a quadrilha havia sumido. Quando a notícia chegou à direção do Itaú, um gabinete de crise foi montado. Para a imagem de um banco, o roubo milionário de dezenas de cofres tem o mesmo impacto de uma queda de avião para uma companhia aérea. Um grupo de quarenta gerentes recebeu ordens para deixar de lado suas atribuições habituais e dedicar-se a avisar pessoalmente os clientes de que seus cofres haviam sido roubados. É uma tarefa delicada. Bancos garantem a seus clientes todos os valores depositados em contas-correntes ou aplicados em fundos . Roubos pela internet e em caixas eletrônicos também são ressarcidos. Em relação a cofres, a história é outra. É um sistema ultrapassado, em processo de extinção, em que nenhum cliente é obrigado a declarar o conteúdo do que é guardado. Por contrato, o Itaú garante o ressarcimento de 15 000 reais por cofre. Quem mantém valores maiores pode adquirir uma apólice de seguro. Até 200 000 reais, é possível fazer um seguro com o próprio Itaú. Se o valor superar esse montante, deve-se buscar outra seguradora. A maioria dos clientes, no entanto, não se preocupa com isso. Uma das vítimas que não tinham seguro é Therezinha Maluf Chamma, de 82 anos, irmã do ex-governador e atual deputado federal Paulo Maluf. Havia mais de trinta anos, ela alugava um cofre no Itaú onde guardava duas caixas: uma com suas joias e outra com as de suas duas filhas, Maria Tereza e Nelly. Tudo foi levado. "Perdi bens que ganhei do meu bisavô, avô, mãe, marido. Jamais conseguirei comprar peças comparáveis, elas nem são mais produzidas", lamenta. Entre outras preciosidades, Therezinha tinha um colar de brilhantes da joalheria francesa Van Cleef & Arpels e um anel cuja pedra de brilhante era do tamanho de uma cereja graúda. Especula-se que o prejuízo da família supere facilmente 1 milhão de reais. As irmãs Vera Lúcia Atallah Salem, Maria Cristina Atallah Gabriel e Rose May Atallah também estão inconsoláveis. "Dias antes do roubo, fui viajar e, com medo de que minha casa fosse invadida, levei tudo para o nosso cofre. Deu no que deu", ressente-se Rose May. Nervosa com as perdas, sua irmã Vera Lúcia, que sofre do coração, teve de tomar remédios. O dono de um conjunto de diamantes e rubis da joalheria americana Tiffany, lapidados na década de 30, que incluía gargantilha, bracelete, brincos, anel e aliança, também precisou ser medicado ao saber que estava alguns milhões de reais menos rico. Duas coleções de relógios Rolex desapareceram. Uma delas, com 110 peças históricas, estava avaliada em Diante da dimensão do roubo, era de esperar que a polícia tivesse iniciado a investigação imediatamente. Não foi o que aconteceu, apesar de o Itaú ter acionado os policiais logo depois de ter recebido a notícia traumática. Após o registro do boletim de ocorrência e as providências de praxe (perícia fotográfica, recolhimento de impressões digitais), o caso estranhamente hibernou. A Delegacia de Repressão a Roubo a Bancos levou uma semana para começar a investigar o assalto, e só interrogou os vigias rendidos na última quinta-feira, onze dias depois da invasão do cofre. Perdeu-se, assim, a oportunidade de intensificar a investigação nas primeiras 48 horas subsequentes ao crime, cruciais na coleta de evidências. "Houve falhas operacionais. Não foi notada a importância da ocorrência", admite o delegado-geral, Marcos Carneiro. Essa é uma visão, no mínimo, otimista. Quem conhece a polícia sabe que, em casos dessa magnitude, os agentes costumam agir com rapidez. Se policiais demoram para tomar providências, é um mau sinal. Há o risco de que eles estejam interessados em chegar aos bandidos de forma "extra oficial", para chantageá-los e ficar com parte do que foi roubado. A polícia de São Paulo tem antecedentes. Alguns de seus integrantes extorquiram os megatraficantes colombianos Juan Carlos Abadía e Ramón Manuel Penagos, conhecido como EI Negro. Também tomaram uma pequena fortuna de bandidos envolvidos em roubos a banco nos últimos anos. É preciso apurar se essa vergonha se repetiu. É o que o secretário de Segurança Pública do estado, Antonio Ferreira Pinto, está fazendo com a presteza habitual. Como os bandidos tiveram uma semana de dianteira, pode ser que muitas das joias roubadas tenham sido derretidas ou contrabandeadas para fora do país. A missão imediata é encontrar os autores do crime. Essa tarefa será possível graças ao único deslize cometido pelos ladrões: eles destruíram boa parte das câmeras de vídeo do circuito interno de gravação da agência e desligaram outras, mas alguns dos equipamentos passaram despercebidos. Com isso, foi possível obter imagens do rosto dos doze assaltantes que entraram no edifício. Boa parte deles está prestes a ser identificada – suas feições estavam em arquivos da polícia e de empresas de segurança privada porque eles já haviam participado de roubos a banco. Durante a análise das faces, uma hipótese se formou e ganhou peso: é alta a probabilidade de que o núcleo duro da quadrilha que invadiu o Itaú seja o mesmo que planejou e executou, há seis anos, o assalto ao cofre-forte do Banco Central, em Fortaleza, no qual foram roubados 164 milhões de reais, no maior crime desse tipo cometido na história do país – pelo menos, até agora. Isso teria sido possível graças a um dos muitos absurdos brasileiros: dos 125 envolvidos naquele roubo, cinco estão foragidos e 81, incluindo os que ajudaram a lavar o dinheiro, estão em liberdade. O crime do Banco Central de Fortaleza virou filme. Só nos seis primeiros meses do ano, 239 agências bancárias foram assaltadas, com perda de 31 milhões de reais. Se, de fato, foi a mesma quadrilha que assaltou o Itaú, cabe à policia paulista fazer com que uma eventual sequência cinematográfica termine com os bandidos" na cadeia. Seria um primeiro sinal de reação contra o crime organizado e especializado em atacar bancos. Com reportagem de Adriana Dias Lopes, André Eler, Giuliana Bergamo, João Batista Jr, Kalleo Coura e Laura Diniz |
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